Não somos apenas o que pensamos ser. Somos mais; somos também o que lembramos e aquilo que esquecemos; somos as palavras que trocamos, os enganos que cometemos, os impulsos a que cedemos, "sem querer".

Sigmund Freud

sexta-feira, 21 de março de 2014

Psicoterapia é para loucos?

“ Dizem que sou louco por pensar assim
Se eu sou muito louco por eu ser feliz
Mas louco é quem me diz
E não é feliz, não é feliz...”
(Mutantes – A Balada do Louco)

Quem nunca ouviu:  Eu não vou ao psicólogo, não sou louco!
No passado, os chamados “loucos” eram colocados em sanatórios, que funcionavam como depósitos de pessoas. Ao invés de levá-los a uma melhora, levava-os a um abismo, e estas pessoas realmente chegavam a um estado em que muitos estudiosos poderiam classificar como loucura.

Mas o que é a loucura afinal?

A definição mais comum da loucura é relacionada a pensamentos ou atitudes considerados anormais pela sociedade. Diversos autores tentam explicar a loucura ou até trazê-la para a nossa realidade.
O filósofo Friedrich Nietzsche disse: "Há sempre alguma loucura no amor. Mas há sempre um pouco de razão na loucura". 
Já Aristóteles afirmou: 'Nunca existiu uma grande inteligência sem uma veia de loucura.”
Hoje é mais comum ouvirmos alguém dizendo que vai ao psicólogo, e notamos que todo mundo conhece alguém que faz psicoterapia. Ou até você mesmo já passou ou está passando por este processo.
Todo mundo já teve seus altos e baixos na vida. Muitas vezes o auxílio de um profissional é essencial para encontrar o caminho para a mudança e a resolução de problemas.
Diferentemente do “louco” que imaginamos entrando na clínica de um psicólogo, vemos sim muitas pessoas passando por momentos difíceis, em situação de muita tensão, e também pessoas que possuem um trauma que não conseguem superar. Estes são apenas alguns exemplos, dentre outros problemas de ordem emocional, que são comuns nos dias atuais. Mas existem também pessoas que buscam a psicoterapia para se conhecer melhor.
Fazer terapia é uma questão de escolha, é preciso querer que o processo funcione, pois os avanços dependem principalmente do paciente. O profissional pode se desdobrar, fazer malabarismos, mas se o paciente não “entra” no processo, nada adianta. É preciso ter disponibilidade e comprometimento, desta forma os ganhos serão enormes!

Como saber se precisamos ou não fazer psicoterapia?

“Meu bem, por que estais assim tão triste
Alguma coisa em você existe
A tristeza amor, só nos causa dor...”
(Volta – Velha Guarda da Portela)

Muitas vezes a necessidade de buscar auxílio profissional pode surgir por meio da voz de amigos ou familiares. Outras vezes cabe a nós tomarmos esta decisão ao percebermos que as coisas não vão bem ou que poderiam estar melhores. Mas existem muitas pessoas que sofrem em silêncio e, por diversos motivos ou principalmente por medo, não procuram ajuda e se fecham em seu próprio mundo de sofrimento e dor.
Há muitas outras perguntas que você pode formular e fazer a si mesmo, e a partir disso chegar à conclusão de que precisa de auxílio e principalmente de que quer sair dessa!
Sabe-se que de louco todo mundo tem um pouco. Por isso deixe de lado estas ultrapassadas relações entre psicologia e loucura e não tenha medo de experimentar os benefícios da psicoterapia. Estes são levados para toda vida. Deixe-se descobrir e entender melhor o que provoca tanto sofrimento, buscando forças para provocar reais mudanças em sua vida.
Lembrando Betinho, sociólogo já falecido, que falava dos “loucos de Minas” de sua infância que eram referidos como “sistemáticos”. Em uma entrevista ao programa Roda Viva da TV Cultura, ele dizia “que ele (o sistemático) é inteligente, é agradável. A linha de demarcação entre a normalidade e o sistemático é muito tênue, eu, às vezes, sou meio sistemático”.
Acho que somos todos sistemáticos!


segunda-feira, 10 de dezembro de 2012

Festa sem gafe


Fábio Castaldelli


As comemorações de fim de ano nas empresas começam a ocupar a já agitada agenda de dezembro. Cuidado: uma gafe pode comprometer a sua imagem profissional. Por isso, vale o alerta: seja no ambiente profissional, seja nas confraternizações organizacionais, os funcionários estão sempre sendo observados pelos gestores.
A especialista em Recursos Humanos Ana Maria Tardelli menciona que o primeiro passo é que o empregado confirme presença no evento, o que, afirma ela, mostra o comprometimento do profissional com a empresa."É importante comparecer e cumprimentar os colegas, mesmo que, com uma boa justificativa, seja necessário ir embora mais cedo", orienta.
Divulgação
Nas confraternizações de fim de ano promovidas pelas empresas é preciso manter a postura profissional e usar o momento de descontração a favor da carreira
De acordo com a especialista, os cuidados devem ser tomados a partir da escolha do vestuário. Ela pontua que as mulheres são as que mais pecam neste quesito. "Maquiagens em excesso e roupas demasiadamente curtas, apertadas ou decotadas estão fora de cogitação", pontua.
Para fugir de qualquer possibilidade de ser o centro negativo das atenções, também é importante maneirar no consumo de bebidas alcoólicas. "Ser lembrado como o funcionário que ficou embriagado e pagou ‘mico’ certamente não será algo bom para o currículo", analisa.
Outra dica é jamais fazer comentários maldosos à respeito da organização da festa, pois as chances da informação chegar até o ouvido dos gestores é muito grande.


Lado positivo
Segundo Ana Maria, o jeito inteligente de aproveitar a confraternização é utilizá-la para aumentar a lista de contatos profissionais e estreitar as relações interpessoais com os colegas que dividem o dia a dia no trabalho.
DE OLHO
"No trabalho, ou nas festas,
os funcionários estão
sendo observados pelos
seus gestores"


Ana Maria Tardelli
Especialista em RH
Utilizar o encontro para receber feedbacks da mesma forma é oportuno, entretanto, ressalta a especialista em Recursos Humanos, isso precisa ocorrer de maneira extremamente natural.
"Questões referentes ao trabalho podem ser colocadas em pauta, mas não devem predominar, uma vez que as pessoas querem, na verdade, descontrair, se divertir e se conhecer melhor", lembra.
Tratar de assuntos pessoais e familiares, portanto, são bem-vindos, desde que conduzidos com discrição.



Fonte: Jornal O Diário de Maringá

quinta-feira, 22 de novembro de 2012

Depressão: tratamento já!



Você está se sentindo muito bem. Consegue dormir a noite, tem fome, vontade de fazer as coisas; concentra-se facilmente nas atividades que está fazendo, planeja, enfrenta as dificuldades e tem a expectativa de que tudo dará certo. Curte a presença de familiares e amigos, se sente satisfeita consigo, aceita suas fraquezas, é capaz de perdoar a falha alheia, dentre outros sentimentos positivos.

No entanto, quase de um dia para o outro, tudo começa a dar errado.  O sono torna-se incerto, o futuro parece sombrio e impossível, não há prazer na vida, e fazer coisas simples como ler jornal ou ver um programa de TV transformam-se em um problema!

Para o deprimido nenhuma das certezas banais é infalível, a visão que tem de si transforma-se de aceitação e satisfação em aversão e culpa por falhas imaginárias de omissão ou de responsabilidade e, ao final, vontade de morrer.

A depressão é sombria, solitária, desligada. O indivíduo tem a sensação de estar privado de algo, da falta de alguma coisa que muitas vezes nem sabe explicar.

Junto com este sentimento podem ocorrer sintomas físicos como a perda de peso, perda da libido, lentidão, perturbação do sono.


Você está com depressão?

De acordo com o DSM IV ( manual diagnóstico e estatística das doenças mentais), os critérios para se diagnosticar um Episódio Depressivo Maior incluem 5 ou mais dos sintomas que se seguem. Estes sintomas devem persistir pelo tempo mínimo de duas semanas, sendo que necessário pelo menos um dos sintomas seja “HUMOR DEPRESSIVO” ou “PERDA DE INTERESSE, OU DE PRAZER NAS ATIVIDADES.”
  • Humor depressivo na maior parte do dia (relatado ou observado por outros). Em crianças ou adolescentes o humor pode ser irritável.
  • Diminuição acentuada de interesse ou prazer em todas, ou quase todas as atividades, na maior parte do tempo.
  • Perda ou ganho significativo de peso.
  • Insônia ou Hipersônia quase diariamente.
  • Agitação ou retardo psicomotor (observável).
  • Fadiga ou perda de energia, quase todos os dias.
  • Sentimentos de inutilidade ou culpa excessiva e inapropriada.
  • Diminuição da capacidade de pensar, de se concentrar ou de tomar decisões.
  • Pensamentos de morte recorrente ou ideias de suicídio.

Estes sintomas devem causar sofrimento significativo ou prejuízo em funções importantes da vida da pessoa. Também não devem decorrer do uso de drogas ou medicamentos, ou de uma doença clinica como hipotireoidismo, sendo nestes casos “depressão secundária”.

Como tratar?

O tratamento pode ser feito com o uso de remédios e/ou a psicoterapia. Há muitos medicamentos que são utilizados no tratamento da depressão, mas estes não curam a doença, apenas amenizam os sintomas. A psicoterapia ocorre por meses ou anos e pode ser interrompida com o desaparecimento dos sintomas.

No tratamento psicoterápico, o psicólogo ajudará o paciente na resolução de problemas, buscando diagnosticar, compreender e promover a melhora dos sintomas.  

Ao construir uma aliança com o paciente, o psicólogo  o auxilia a olhar para as dificuldades com a profundidade necessária para que as mudanças ocorram.





quarta-feira, 21 de novembro de 2012

MEDO: Você o domina ou é dominado por ele?


Tenho presenciado muitas histórias de pacientes ou colegas que sentem uma dificuldade muito grande de lidar com o medo.  Seja medo em começar uma nova atividade, em aceitar novos desafios, em lidar com situações difíceis, ou até de coisas mais simples como ficar sozinho, andar de avião, dirigir um carro. Uns dos medos que mais aflige as pessoas é o medo da morte, sendo este o terreno mais desconhecido da vida humana.

O medo é uma reação saudável e protetora do indivíduo. Todas as pessoas sentem medo de algo, mas o que nos diferencia um dos outros é o que o medo representa para nós e o que fazemos para lidar com ele.

Para muitos o medo aparece como um freio para certas atividades, fazendo com que muitas vezes voltem para trás e deixem de fazer muitas coisas. Para outros serve como incentivo e traz a sensação de adrenalina, de desafio, ao enfrentamento e conquista.

Muitas vezes o medo está por traz do fracasso, da doença, das dificuldades nos relacionamentos.
O enfrentamento é a principal atitude que se deve ser tomada diante do medo.


Enfrentar o que tanto nos aterroriza e perceber que na verdade aquilo que parecia ser um monstro tão grande na verdade não passa de algo realizável, nos traz a sensação de alívio e conquista, mas principalmente de confiança.

Lutar contra aquilo que lhe aflige, não é um processo fácil, exige muito esforço, coragem e empenho. Passar a pensar diferente, buscar dar o primeiro passo é muito importante.

Na maioria dos casos nada se resolve de uma hora para outra, trata-se de um processo de aprendizado com si mesmo, de dominar suas inseguranças, trabalhar e potencializar características de autoconfiança e autoestima.

Quando estamos sobre domínio do pânico e o medo passa a tomar conta de nossa consciência, fica difícil lutar e buscar em si estas características citadas acima.

É importante que se busque conhecer e entender a origem deste medo, para que se possa enfrentá-lo. Este processo já é de grande auxílio para quem quer agir contra este sentimento tão ruim.

Muitos temores podem se originar de alguma situação desagradável vivenciada que nunca foi realmente tratada. Traumas de infância muitas vezes resultam em situações de medo por toda vida.

Ao notar esta dificuldade em lidar com o medo e perceber que este sentimento está atrapalhando seu dia-a-dia busque ajuda profissional. O psicólogo irá auxiliar a encontrar a origem e o que este medo simboliza para a pessoa, auxiliando a trabalhar a autoconfiança e a força para dominar este “monstro”.
E você, tem medo do que? Compartilhe sua história!

segunda-feira, 22 de outubro de 2012

Quando o trabalho se transforma em prioridade


A empresária Ana Paula Bessa, 27 anos, tem uma rotina profissional acelerada. Além de se dedicar de corpo e alma para a empresa no expediente, ainda trabalha em casa, em fins de semana e enquanto almoça. "Pago este preço por pensar em minha estabilidade financeira", desataca.
De acordo com os especialistas, não há nada de mais em querer ser um profissional competente e ter um bom salário. O problema começa, explicam, quando o trabalho se torna uma compulsão. A estas pessoas dá-se o nome de workaholics.
Rafael Silva
Estar dedicado prioritariamente às obrigações profissionais, inclusive, fora do horário do expediente, é um dos sinais do problema
Ana Maria de Souza Tardelli, especialista em Gestão Estratégica de Empresas, afirma que os "fissurados" pelo trabalho sempre existiram, mas, que conforme o mundo foi sendo globalizado e a competitividade no ambiente corporativo se acentuou, a quantidade de indivíduos com este perfil aumentou consideravelmente.
"A popularização dos celulares, notebooks, tablets e novas tecnologias, tornou a comunicação mais veloz e eficiente, o que também contribuiu para que os workaholics se multiplicassem", ressalta.
Ana Maria revela que os executivos e empreendedores, de um modo geral, são os mais aficionados pela carreira, sendo acompanhados de perto por profissionais da área da tecnologia, jornalistas, médicos, professores, advogados, policiais e gestores, no entanto, acrescenta, qualquer um, independente da ocupação e posição hierárquica dentro da empresa pode apresentar esta característica.


Diferença
A psicóloga e psicanalista especialista na área de Recursos Humanos, Michelle Lopes Alves, declara que a importância em diferenciar aqueles que apresentam o vício dos que simplesmente são comprometidos com os afazeres da profissão.
Segundo ela, o principal divisor de águas entre as duas realidades está na imposição de limites e na forma de conduzir o que é ou não prioridade.
"Trabalhar a mais, uma vez ou outra, é normal, porém, quando falta tempo para participar de compromissos familiares e para comparecer a programas de lazer como a um happy hour com amigos, por exemplo, é sinal de algo está errado", alerta.
Entre os problemas que podem ser desencadeados pelo constante excesso de trabalho, Michelle elenca a dificuldade de relacionamento interpessoal e de autonomia e o desenvolvimento de conflitos internos na organização.
"O profissional com perfil workaholic deve perceber o comportamento inadequado e aceitar intervenção psicoterápica, pois somente assim formas de tratamento poderão ser estabelecidas para que adeque seu ritmo a um nível mais saudável", argumenta.
FONTE: Fábio Castaldelli - O Diário de Maringá - 21/10/2012

sexta-feira, 19 de outubro de 2012

O que o COACHING pode fazer por você?




Você tem passado os últimos tempos se sentindo desmotivado? Parece que não consegue mais ter boas idéias, proporcionar mudanças no seu dia a dia?

A maioria das pessoas já se sentiu ou se sente assim em determinados momentos de sua vida. Existem várias maneiras de mudar esta situação e uma delas é buscar o auxílio de um COACH.

O termo coach vem da palavra coche, do inglês medieval, que significava carruagem e a idéia de transportar.  Sendo assim, o trabalho de Coaching significa auxiliar a pessoa a transitar de um estado atual para outro desejado.

Cada vez mais presente nas empresas e na vida das pessoas, o processo de Coaching busca trabalhar o indivíduo potencializando e desenvolvendo habilidades, auxiliando na descoberta de novos caminhos e soluções, fazendo com que possamos atingir metas ou objetivos.

O coach é profissional facilitador que irá auxiliar e acompanhar o coachee (cliente) durante um período na obtenção de seus objetivos. O acompanhamento tem como o intuito maximizar o potencial de energia do coachee e levá-lo a tomar decisões e encontrar respostas para suas dúvidas e dificuldades, sejam de cunho profissional ou pessoal.

A principal transformação qualitativa buscada no processo de Coaching é permitir que o indivíduo desenvolva sua percepção sobre si mesmo, sobre as pessoas com quem se relaciona e sobre o contexto em que atua.

O processo do Coaching visa buscar resultados com a máxima eficácia e com o menor desgaste possível.

Diferentemente da psicoterapia, o Coaching foca na realização de um ou mais objetivos específicos, sendo mais dinâmico e trabalhando em direção ao ajuste do objetivo, encorajando o cliente a seguir em frente e encontrar a realização e melhora nos aspectos profissionais ou pessoais.

 O coach também não irá sugerir, nem propor, mas ele agirá como um facilitador auxiliando o coachee a pensar diferente e a traçar e conquistar novas metas para sua vida.

Por que fazer Coaching?

Uma das maiores razões para quais as pessoas procuram o auxílio de um coach é com o objetivo de obter sucesso no trabalho e em sua vida pessoal. A expectativa é que por meio da reflexão racional e das compreensões obtidas no trabalho de Coaching, o indivíduo possa desenvolver e implementar novas ferramentas, que o levem a:
  • Trabalhar os aspectos comportamentais;
  • Lidar com desafios da função e seus bloqueios revendo seu papel, à luz de suas competências, momento de vida e a relação com outras pessoas;
  • Desenvolver comprometimento com a mudança e pró-atividade;
  • Planificar uma mudança generativa. Ser capaz de fazer algo mais apuradamente ou aprender algo novo, fortalecendo a identidade e os valores, trazer os sonhos e os objetivos para a realidade.

 
O Coaching convida o indivíduo para o AUTOCONHECIMENTO, para a AÇÃO e para alcançar os RESULTADOS DESEJADOS.

E você, está preparado para a transformação?

quarta-feira, 17 de outubro de 2012

Orientação Vocacional: funciona?


A escolha da profissão é uma parte muito importante das nossas vidas, pois escolher algo significa abrir mão de muitas outras possibilidades.  A pouca experiência e a variedade de opções no mercado levam jovens a terem muitas dúvidas a respeito de qual profissão seguir.

A Orientação Vocacional não vai determinar o que a pessoa deve cursar. Ela vai apontar as áreas com qual a pessoa tem afinidade, auxiliando os mais indecisos a refletir sobre a escolha da sua profissão.

Trata-se de um projeto de autodescoberta, no qual o orientando entra em contato com sua própria história de vida, avalia seus gostos e interesses,  as expectativas, buscando encontrar um caminho no mundo profissional.

O processo é feito geralmente por um profissional de psicologia, individualmente ou em grupo, no qual irá auxiliar o indivíduo a amadurecer a idéia da escolha da profissão.

A decisão da escolha da profissão não deve ser tomada de um dia para o outro, sem avaliar as possibilidades disponíveis e os desejos do próprio indivíduo. Por meio da O.V. o indivíduo encontra possibilidades de analisar, se conhecer melhor e encontrar a área que mais se adéqüe à sua personalidade.

O Orientador Profissional irá trabalhar por meio de encontros, entrevistas, vivências, dinâmicas e testes psicológicos, recolhendo informações da história do individuo e visualizando os interesses pessoais com as áreas de atuação.  A orientação vocacional auxilia na escolha da profissão avaliando os traços de personalidade,  a identidade pessoal, estilo de vida, preferências e expectativas.

Quando procurar um profissional para realizar Orientação Vocacional?

Os adolescentes a partir dos 15 anos já podem fazer O.V., desta forma direcionarão seus estudos às áreas de interesse, podendo se desenvolver melhor e facilitar a escolha da profissão.

Mas não existe idade máxima para fazer este trabalho. Até mesmo profissionais já experientes podem buscar um auxílio vocacional, principalmente se estão insatisfeitos com a escolha profissional atual.


Invista no seu futuro, faça Orientação Vocacional!

Clinica de Psicologia Reflexão - Psicóloga Ana Maria Tardelli - CRP 08/10808
Contato: (44) 9962-2231